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Quem está em busca de formas de tratar a impotência não deve perder a oportunidade de conhecer mais sobre o que é a terapia de ondas de choque para disfunção erétil, preço e para quais casos é indicada. Mas, muitos pacientes poderão ficar com dúvidas sobre o que consiste essa terapia, será que eles vão levar choque no pênis? Leia esse post até o final para saber tudo sobre o tratamento. O que é a disfunção erétil? A ereção erétil é caracterizada por dificuldades que o homem tem para atingir ou manter a rigidez peniana para realizar a penetração sexual. Esse quadro reflete uma alteração no equilíbrio da contração e do relaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos do pênis. Ocasionalmente, alguns fatores podem dificultar a ereção de um homem, como uso de álcool, alterações hormonais temporárias, estresse ou falta de sono. Porém, quando os episódios de dificuldades nas ereções costumam ficar frequentes, é preciso investigar. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia esse problema pode alcançar até 50% dos homens após os 40 anos. No entanto, o fator envelhecimento não é o único que vai afetar a qualidade da ereção dos homens. Há algumas doenças que podem levar ao quadro de disfunção erétil, como a diabetes. Diversos tratamentos para disfunção erétil já existem para ajudar esses homens a terem de volta uma vida sexual de qualidade, como medicações vasodilatadoras (sildenafila, tadalafila…), injeções penianas (Caverjet, Trimix) , reposição hormonal masculina com testosterona e os implantes de próteses penianas (infláveis ou semirrígidas). Porém, um método inovador que tem devolvido o desempenho sexual a muitos homens, é o tratamento por ondas de choque. É um dos poucos que atua na causa do problema, estimulando a formação de novos microvasos nos corpos cavernosos do pênis. O que é a terapia por ondas de choque para disfunção erétil? Se está lendo para entender mais sobre terapia de ondas de choque para disfunção erétil, preço e seu funcionamento saiba que esse é um método bastante inovador, NÃO INVASIVO, INDOLOR e SEM EFEITOS COLATERAIS. Como todos sabem, para que o pênis tenha uma boa ereção, precisará estar completamente cheio de sangue, o que será o fator que promoverá a rigidez. Qualquer situação que impeça a vascularização do pênis poderá levar à disfunção erétil, como flacidez e desgaste do tecido peniano provocado pelo envelhecimento ou outras doenças. Melhorar o fluxo sanguíneo do pênis é o fundamento de outras abordagens terapêuticas para o tratamento da disfunção erétil. Por isso, muitos pacientes partem em busca de entender como funciona o Sildenafil, que é uma dos inibidores da fosfodiesterase oral tipo 5 que vão ajudar na vascularização peniana, mas nem sempre esse tipo de tratamento funciona em todos os casos. Além disso, essas medicações não alteram a fisiopatologia do mecanismo erétil, a ereção só irá ocorrer mediante a ingestão dessas medicações, ou seja, só vai haver uma vasodilatação momentânea melhorando a rigidez peniana. No tratamento com ondas de choque, o objetivo é recuperar a irrigação do tecido cavernoso peniano, o que fará restaurar a função erétil. A terapia é realizada por meio de um aparelho de ondas de choque de baixa intensidade. Mas não se trata de eletricidade, são ondas sonoras que estimulam as células tronco do pênis. Ao serem aplicadas, essas ondas acústicas vão se propagar, interagir em uma grande profundidade no órgão sexual e provocar reações biológicas, como a neovascularização do tecido peniano. Com isso, um percentual significativo dos pacientes voltará a ter ereções naturais e espontâneas, sem uso de medicação ou qualquer outro mecanismo artificial. Esse efeito já foi comprovado em diversos estudos científicos pelo mundo. Claro que o grau da resposta depende do estágio da disfunção erétil do paciente. Não se trata de um tratamento milagroso. Para quais pacientes a terapia de ondas de choque é indicada? Como a terapia de ondas de choque de baixa intensidade visa melhorar a circulação sanguínea e a vascularização, está direcionada especialmente para pacientes que estão com disfunção erétil por causas vasculares. São pacientes que estão com problemas de fluxo sanguíneo no pênis em função do envelhecimento, diabetes, hipertensão, colesterol alto ou obesidade. Pacientes com disfunção erétil provocada por doença de Peyronie e após cirurgias de próstata também são indicados. Pacientes que simplesmente diminuem a potência da ereção em idades mais precoces como 30-35 também podem se beneficiar. Além disso, homens que estão com dificuldades em ter ereções de qualidade precisam avaliar também como anda a sua saúde cardíaca. O tratamento irá beneficiar também pacientes com o seguinte perfil: Pacientes que já tomam medicações vasodilatadoras para a ereção (Sildenafil, Tadalafila, etc) e não apresentam mais os mesmos resultados de antes; Pacientes que têm contraindicação ao uso dessas medicações para disfunção erétil porque têm doenças coronarianas, por exemplo; Pacientes que tomam esses remédios mas têm muitos efeitos colaterais, como dores de cabeça, congestão nasal, dores no corpo no geral, etc; Pacientes que querem diminuir a dose desses remédios; Pacientes que tomam os medicamentos mas que não apresentam resultados de forma alguma, ou seja, a ingestão do remédio não produz a ereção. Terapia de ondas de choque para disfunção erétil: preço Uma das grandes curiosidades que os pacientes têm em relação ao tratamento é sobre o custo. O que já é possível dizer que o custo-benefício é bastante atrativo, diante dos resultados obtidos para os pacientes que estão dentro do perfil mais indicado. Para o tratamento de ondas de choque são necessárias 4 a 6 sessões, 1 por semana, com acompanhamento médico. Cada sessão dura cerca de 20 minutos e o paciente não precisa de preparações. A partir da terceira sessão, os resultados já podem ser notados. O pacote de sessões varia de R$ 6 a R$12 mil reais, em geral. O custo é justificado pelo preço elevado do aparelho (importado) e a necessidade de troca frequente do Probe (cabeçote) para sempre prezar pela eficiência do método. Todo equipamento vem de fora do país, com preço em dólar. Conclusão Tratar a disfunção erétil é extremamente benéfico à saúde masculina, não só porque melhora a função sexual. Segundo um estudo da American Heart Association, homens acometidos pela impotência têm duas vezes mais chances de ter ataques cardíacos, justamente devido aos problemas de vascularização.

Qual o preço da terapia ondas de choque para disfunção erétil?

O desempenho masculino após os 40 anos pode decair? Esse problema ocorre com todos os homens? Tem como prevenir o fato ou tratar problemas no desempenho sexual masculino? Essas são algumas das grandes dúvidas que surgem no consultório do andrologista. Leia esse post para entender melhor sobre performance masculina nesta fase e o que pode ser feito pelos pacientes. Como melhorar o desempenho sexual masculino? Melhorar o desempenho sexual é um tema que pode começar a povoar os pensamentos dos homens a partir dos 40 anos, porque deste momento em diante eles podem sentir que já não são os mesmos. Mas, com o aumento da longevidade masculina, o homem está procurando também mais qualidade de vida. Dados do IBGE apontam que a expectativa média de vida do brasileiro é em torno de 76 anos. Aqueles que têm condições de buscar mais informações sobre formas de prevenção às doenças e serviços de saúde podem viver ainda muito mais que isso. Além disso, não basta chegar a uma idade avançada, é preciso chegar bem nesta fase, com força, vitalidade e independência. Mudanças sociais refletem novas expectativas Melhorar o desempenho masculino pode refletir um desejo de manter a mesma performance da juventude. Será que isso é possível? Os novos tempos exigem uma busca maior por uma desempenho masculino contínuo? O mundo mudou, o estilo de vida das pessoas mudou, o que faz com que muitos homens optem por casamentos mais tardios ou até queiram investir em novos relacionamentos após um casamento longo. Então, por que não buscar um melhor desempenho masculino? Por isso, dúvidas sobre como aumentar a testosterona, como aumentar o pênis, novas técnicas para cirurgia peniana e prevenção ou tratamento da impotência são assuntos que surgem cada vez mais nos consultórios médicos. Com essa nova expectativa, muitos homens podem começar também a buscar na internet soluções “milagrosas” como remédio natural para desempenho masculino ou alimentos que melhoram o desempenho sexual masculino. Como aumentar o desempenho masculino? Com a mudança da dinâmica social, muitas vezes, os homens estão no seu auge --inclusive profissional-- na casa dos 50 anos, portanto, também vão querer que esse bom momento seja refletido no sexo. E quando se fala em bom desempenho masculino não tem como não se associá-lo com a testosterona, que é o principal hormônio sexual dos homens, embora também esteja presente no organismo feminino. Na juventude, esse hormônio está no auge. Mas, em muitos casos, começa a cair a partir dos 30/40 anos. Alguns estudos médicos apontam que o nível de testosterona no organismo masculino cai 1% ao ano após os 40 anos. Já a testosterona livre, que é mais eficaz e atua nos receptores, cai 2% ao ano após essa idade. A testosterona está ligada a 3 aspectos: comportamental, físico e sexual, isso significa que a queda do hormônio vai afetar também a disposição física, força, vitalidade, cognição, emoções e performance sexual. Na parte comportamental, pacientes com testosterona baixa podem manifestar um cansaço excessivo, alterações do sono e da memória, problemas cognitivos, diminuição do bem-estar e até depressão. Já na parte física, podem perceber que diminuiu a força, a explosão e a massa musculares, diminuição da massa óssea (alguns pacientes podem desenvolver osteoporose e osteopenia) e aumento da gordura abdominal. No aspecto sexual, ocorre a diminuição do desejo sexual e da potência sexual, com diminuição das ereções matinais e da qualidade da ereção. Hábitos de vida e reposição do hormônio melhoram desempenho Embora a idade cronológica e o histórico familiar não possam ser alterados, toda essa diminuição da performance masculina pode ser prevenida e tratada. Mesmo quando a pessoa tem um histórico de doenças na família, se tiver um estilo de vida saudável poderá nunca desenvolver o mesmo problema de seus antepassados. No entanto, quem já está com os sintomas de testosterona baixa e tem problemas como diabetes, pressão alta e outras doenças, poderá também remediar e transformar o estilo de vida para ficar com parâmetros normais e até muito melhores. Também é possível acertar as taxas da testosterona com uma reposição hormonal masculina, com acompanhamento e tratamento individualizado. Esse será também um remédio para melhorar o desempenho masculino. Além da baixa hormonal, é possível prevenir outro problema que ocorre com os homens a partir dos 40 anos: o desgaste do tecido peniano. Estudos revelam que a quantidade músculos lisos no tecido cavernoso diminuem com o tempo, assim a função erétil também pode diminuir por esse motivo, ou seja, a qualidade da ereção pode diminuir. Um estudo aponta que, nesta fase, apenas 38% dos homens estão satisfeitos com a ereção e rigidez peniana. Essa ereção incompleta que pode acontecer nesta fase é possível de ser prevenida, com métodos não invasivos, e também tratada para que a função peniana volte ao normal. Atitudes que ajudam a melhorar o desempenho Buscar um acompanhamento médico constante vai ajudar que os homens tenham um melhor desempenho melhor em várias áreas de sua vida, porque estará sendo aconselhado com frequência sobre as atitudes corretas e medidas a serem tomadas, de forma criteriosa. Quando o médico faz uma prescrição de uma reposição hormonal, ele poderá ajudar o homem a entender como melhorar o desempenho sexual masculino, usando a testosterona de 3 modos: injetável, gel ou implantes. Cada caso será avaliado, a dosagem ajustada e a forma de tratamento será descrita individualmente, ou seja, cada homem tem uma necessidade de reposição diferente, por isso, não adianta tentar usar a mesma receita de um amigo ou parente. Ao começar a medicação, o paciente poderá perceber rapidamente uma melhora no seu estado geral. Além disso, o médico também poderá indicar a realização de uma atividade física regular, que vai ajudar a aumentar a performance sexual, porque os exercícios ajudam a melhorar a circulação sanguínea (o que favorece a vascularização peniana), aumenta a força, flexibilidade e a preservação da musculatura, além de gerar mais disposição e uma sensação de autoconfiança e bem-estar. Vale lembrar que alguns exercícios também favorecem o assoalho pélvico, que vão ajudar a fortalecer a musculatura e a resistência da região, o que poderá contribuir com uma melhor ereção e até ejaculação. Entre essas medidas, os médicos também podem falar sobre alimentos que podem prejudicar o desempenho masculino e, portanto, devem ser evitados, como as frituras, os açúcares em excesso e o álcool. Conclusão O acompanhamento médico para homens a partir dos 40 anos é uma atitude mais que necessária. Na verdade, essa prevenção deve começar antes desta fase, a exemplo do que as mulheres fazem, começando a se cuidar muito mais cedo, o que leva a população feminina a uma longevidade 7 anos maior do que os homens. Esse tratamento preventivo para o desempenho masculino em todas as áreas e uma renovação de estilo de vida, poderá fazer o homem entrar em um ciclo virtuoso de melhor desempenho masculino, mais qualidade de vida e aumento da longevidade. Essa consciência é fundamental e precisa ser desenvolvida urgentemente nos homens, porque quem não encontra tempo para cuidar da saúde enquanto é mais jovem vai, inevitavelmente, ter que encontrar tempo para cuidar da doença futura.

Como fica o desempenho masculino depois dos 40 anos?

As pessoas são diferentes em características físicas e emocionais, até por isso, existem tipos de pênis distintos também. Essa constatação leva muitos homens a pensar se têm um pênis normal. Leia neste post, como reconhecer os diferentes tipos de pênis e saber se o formato do órgão sexual pode revelar alguma patologia, por exemplo, a doença de Peyronie. Quais os tipos de pênis? A preocupação que os homens têm em relação ao próprio pênis, até mesmo sobre o formato, é perfeitamente natural, pelo menos a maioria quer que o órgão sexual cause boa impressão. Por conta disso, o formato do órgão sexual pode provocar algum tipo de dúvida: será que é normal? Mas já vale ressaltar que nem todos os tipos de pênis são iguais, uns podem ser mais retos, outros um pouco mais curvos e outros ter uma glande maior que a base. Mesmo que todos todos os tipos de pênis tenham uma estrutura semelhante (base, corpo e glande) revelam alguns detalhes que vão além de comprimento e largura, e tornam-se diferentes, portanto, não é errado dizer que muito raramente os órgãos sexuais são exatamente iguais, mas apenas se assemelham em formatos. Só por essas características gerais já dá para perceber que há muito mais do que dois tipos de pênis. Considerando todos esses detalhes, podem ser definidos mais de 10 tipos de pênis. Dentre os tipos, vale destacar que o tamanho considerado normal pode variar até mesmo entre etnias. Mas em geral, um pênis considerado de tamanho normal no nosso país terá, em média, entre 13,1 e 15,5 cm. Além disso, também vale ressaltar que um pênis que tenha até 4 cm em estado flácido ou 7,5 cm no estado ereto é denominado micropênis. Outro fator em relação ao tipo de pênis é o calibre. Segundo um estudo do King’s College London, o pênis “normal” tem uma média de circunferência de 11,6 cm, quando ereto. Os tipos de pênis Para definir os vários tipos de pênis, na internet, vão surgir comparações do órgão sexual com frutas, legumes ou objetos, para que as pessoas entendam melhor a que se refere cada formato. No entanto, são 4 tipos principais que podem ter algumas variações: 1 - Reto Esse tipo de pênis tem o mesmo formato da base até a glande, não há angulações. Semelhante a um pepino. Pode tanto ser mais fino e menor, quanto mais grosso e maior. Se for mais fino, pode vulgarmente ser chamado de pênis régua, se for grande e mais grosso pode ser chamado de bastão. 2 - Base maior com glande estreita Esse pênis pode ser mais grosso na base e mais estreito em direção à glande, muitas vezes, pode se assemelhar a um formato de cone. 3 - Base menos larga do que a glande Neste tipo de pênis, a base é mais fina e a glande é mais grossa, por isso, comparam com o formato de berinjela. 4 - Curvado Muitos comparam esse pênis ao formato de uma banana. A diferença vai estar nos tipos de curvatura, que podem ser para cima, para baixo ou para os lados. Alguns definem o pênis com curvatura para cima como “nas alturas”, os curvados para baixo de “bumerangue”, e os para os lados como “curvas perigosas”. Uma certa curvatura é até normal, porém, se essa curvatura não era o normal para o pênis do homem, só passou a surgir na fase adulta quando o pênis está ereto e, em muitas vezes, surge dor na hora da ereção, pode sim ser um dos sintomas da doença de Peyronie. A curvatura anormal ,em geral, tem a angulação de 30 a 90 graus e, às vezes, inviabiliza a relação sexual. Mais 2 variações quanto à elasticidade Grower ( "Aquele que cresce"): no caso do pênis, seria o que tem boa elasticidade. Homens com esse tipo de pênis, podem triplicar o tamanho do pênis quando ereto. Homens que têm tamanho do pênis ereto dentro da média, podem reclamar de pênis pequeno quando flácido (mole). Shower ("Aquele que se mostra ou se exibe"): são homens que o pênis não têm boa elasticidade, ou seja, no estado flácido (mole), tem quase o mesmo tamanho de quando ereto. Então, por definição, não tem nada a ver com pênis grande ou pequeno, tem a ver com a elasticidade do órgão sexual. Para relembrar, o que é a Doença de Peyronie? A doença de Peyronie impacta a túnica albugínea do pênis, que é a parede interna do pênis e que mantém o sangue represado proporcionando rigidez e elasticidade durante a ereção. Quando o paciente tem essa patologia, surge uma fibrose "interna" (tecido endurecido, cicatricial) ou até uma calcificação nesta da parede interna do pênis. Essas fibroses são provocadas por microlesões que ocorrem durante a relação sexual. Com o tempo, essas microlesões se inflamam e causam as fibroses que vão deixar o pênis torto. Alguns fatores de risco para Doença de Peyronie são: questões genéticas, diabetes, cirurgias no pênis (cirurgias uretrais e da próstata), síndrome metabólica (hipertensão, colesterol alto, etc), tabagismo e disfunção erétil. Normalmente, esse problema afeta homens com mais de 40 anos, porém encontramos jovens também que sofrem com isto. A doença de Peyronie, além do incômodo na fase inflamatória, que pode provocar dores durante a ereção, poderá inviabilizar o sexo com penetração de acordo com nível das curvaturas formadas no órgão sexual, e até levar à disfunção erétil. Na fase aguda, quando a curvatura ainda não está sedimentada, o tratamento poderá ser com medicações e até dispositivos para correção da curvatura. Já na fase crônica, quando a placa cicatricial já está sedimentada, essa correção deverá ser realizada por meio da cirurgia de peyronie. De qualquer forma, é preciso buscar ajuda médica para que o médico prescreva a abordagem mais adequada. # Dica de ouro do médico Agora que já sabe quais são os tipos de pênis, entenda que, com exceção do pênis que está acometido pela Doença de Peyronie, os vários formatos são considerados normais e poderão satisfazer sexualmente a parceria. Por sinal, cada tipo de pênis tem suas vantagens e pode servir de aditivo em posições sexuais específicas. Seja para os 10 tipos de pênis ou mais, o importante para todos é que sejam mantidos os hábitos de higiene adequados e uso de preservativos durante a relação sexual. Caso contrário, a má higiene e contágio com doenças sexualmente transmissíveis também podem levar ao câncer de pênis. Esses cuidados são tão relevantes que o Instituto Lado a Lado pela Vida lançou uma campanha no Instagram “Lave o Dito Cujo” para conscientizar os homens sobre a importância da saúde sexual no Novembro Azul.

Tipos de pênis: qual é o formato do seu? Entenda se é normal

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