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É certo que a sexualidade vai se transformando com o decorrer do tempo, especialmente devido às mudanças hormonais que podem fazer a libido ficar baixa. Mas você sabe quantas vezes um homem de 50 anos ejacula? Leia esse texto para entender melhor sobre esse tema. Quantas vezes um homem de 50 anos ejacula? Essa é uma pergunta que muitos homens podem fazer para avaliar como anda o seu desempenho nesta idade. Seja por relação sexual, masturbação ou sonho molhado (o que ocorre mais na puberdade), o fato é que não há um número específico correto para quantas vezes um homem de 50 anos ejacula. O processo é muito individual, esse número pode depender não só da idade, mas também de um histórico de doenças e até do status de um relacionamento. O que se sabe sim é que aos 18 anos, os homens têm um período refratário (que é o tempo que leva para se recuperar após um orgasmo e ejaculação) de 15 minutos e que na casa dos 70 anos, esse intervalo pode ser até mais de 24 horas. Outros estudos apontam que um homem de 50 anos pode até ter duas relações sexuais seguidas, e uma terceira com um período refratário maior. Vai depender de como andam os hormônios, especialmente, a testosterona, e os seus estímulos sexuais. Mas, antes de seguir no tema, vamos entender o que é e como funciona a ejaculação. O que significa ejacular? A ejaculação é a liberação do esperma produzido principalmente pela próstata e vesículas seminais, a partir de uma resposta mecânica do corpo, que provoca contrações que empurram o líquido para a uretra e para fora do pênis, em geral, após o clímax (orgasmo), que pode ocorrer com um sonho, masturbação ou relação sexual, com ou sem penetração. É comum que ejaculação e orgasmo ocorram juntos, mas, nem sempre isso ocorre, porque enquanto a ejaculação é uma resposta mecânica, o orgasmo está ligado a reações neurofisiológicas e físicas provenientes da excitação, e que vão provocar um prazer intenso. A ejaculação vai provocar a perda da ereção após a liberação do esperma, e cada homem terá um momento de recuperação para a próxima relação ou outro tipo de prática sexual, que é o período refratário. Após os 50 anos, o declínio hormonal pode ampliar o período refratário, porque a funcionalidade dos testículos diminui. Além disso, essa baixa de testosterona também pode provocar uma diminuição do desejo sexual e da performance. No entanto, homens que se cuidam e têm hábitos saudáveis, como a prática de atividades físicas, têm boa alimentação, sono de qualidade e gerenciam o estresse, podem continuar com uma boa performance sexual. Leia mais sobre: Ejaculação precoce Pouco esperma A ejaculação pode trazer benefícios para a saúde? Não existe uma frequência específica para um homem de 50 anos ejacular. É certo que nas fases mais jovens, eles podem fazer isso com bastante frequência, em alguns casos, mais de 10 vezes por dia a partir da masturbação. No entanto, com o tempo, esse número vai diminuindo. Apesar disso, também não é definido se existe algum mal em um homem não ejacular tanto, porque de alguma forma, as substâncias geradas irão ser reabsorvidas pelo corpo. No entanto, se o homem evitar ejacular intencionalmente seguidamente pode desenvolver problemas de ejaculação, além disso, pode sofrer hipertensão epididimal e sentir dores nos testículos. Por outro lado, já foram comprovados alguns benefícios de ejacular com certa frequência mesmo que não exista uma resposta exata e abrangente para quantas vezes um homem de 50 anos ejacula. Conheça algumas vantagens de ejacular: 1 - Ajuda na qualidade do sono Depois da relação sexual, masturbação e ejaculação, há uma liberação de tensão. Portanto, os homens relaxam e conseguem dormir melhor. Essa é uma constatação de um estudo com mais de 770 homens, que demonstrou que os orgasmos produzem uma melhor latência e qualidade geral do sono. 2- Ajuda no bom humor As flutuações de hormônio que ocorrem durante e após a ejaculação, auxiliam no bom humor. Isso ocorre porque os níveis de dopamina e oxitocina aumentam durante o sexo, e embora caiam após o orgasmo e ejaculação, ainda permanece uma sensação de bem-estar e satisfação. 3 - Ajuda na frequência cardíaca Sexo também é movimento, e o corpo precisa de movimento para atingir níveis saudáveis. Durante a prática sexual, e consequente ejaculação, a frequência cardiorrespiratória aumenta e aumenta o fluxo sanguíneo nos vasos, o que pode reduzir as chances de doenças cardiovasculares, especialmente quando o sexo ocorre em uma frequência semanal. 4 - Pesquisa aponta ejaculação frequente como prevenção ao câncer Um estudo internacional, realizado por 10 anos, com mais de 31 mil homens de 20 a 49 anos e publicado na revista científica Europe Urology, revelou que os que ejaculam 21 vezes ao mês correm menos riscos de ter câncer de próstata. Conclusão A frequência sexual com ejaculação de 1 a 3 vezes por semana é o que mais vemos no consultório nas consultas de rotina de pacientes com 50 anos. Mas, quantas vezes um homem de 50 anos ejacula não parece ser o mais importante, especialmente quando se trata de uma questão de comparação. O que o homem precisa saber é que sim, ele precisa conhecer o seu corpo e ter condições de manter uma vida sexual de qualidade. Para isso, se estiver notando alguma disfunção sexual, o ideal é buscar ajuda de um especialista no tema, que é o andrologista, porque essa subespecialidade da urologia cuida da saúde sexual do homem. O médico poderá indicar exames e recursos, como remédios, terapias e outras alternativas, para que tenha uma vida sexual satisfatória, na qual a ejaculação será facilitada, para obter os benefícios já comprovados.

Quantas vezes um homem de 50 anos ejacula?

Tem crescido a busca pelas cirurgias estéticas genitais, tanto pelo público feminino quanto pelo masculino. Entre as cirurgias mais procuradas pelos homens está a escrotoplastia. Neste texto, vamos conhecer em quais situações é indicada essa cirurgia estética, como funciona e quais cuidados pós-operatórios. O que é escroto? E o que é escrotoplastia? O escroto é um das estruturas que fazem parte do sistema reprodutivo masculino. Mas sabe qual a função da bolsa escrotal? Saiba que essa estrutura é crucial no organismo masculino. Essa espécie de bolsa de pele ajuda a segurar e proteger os testículos, que são as glândulas responsáveis pela produção e armazenamento do esperma. A localização do escroto (pendurado pelo lado de fora do corpo) é fundamental para manter a temperatura ideal para a produção do sêmen, que deve ser mais baixa do que a do restante do corpo humano. Dentro dessa bolsa escrotal também está o epidídimo, que são dois tubos, que ficam um em cada testículo. A função dessas estruturas é mover os espermatozoides dos testículos. No escroto, também está o canal deferente que conecta epidídimo e uretra, e carrega o esperma para fora do escroto. Portanto, o escroto, além de também proteger os principais vasos sanguíneos da região reprodutora, também protege esses tubos que fazem a liberação dos espermatozoides dos testículos para a ejaculação. A textura e a forma do escroto podem sofrer modificações ao longo do dia ou noite, como resposta a vários estímulos, que vão desde a excitação sexual, temperatura do clima ou até prática esportiva. Por exemplo, quando a temperatura está mais baixa pode se contrair, o que também ocorre nos exercícios e sexo; enquanto pode relaxar e se alongar com o calor. Assim como em toda a parte do corpo, o escroto também está sujeito a procedimentos cirúrgicos, que podem tanto fazer a correção de uma consequência de fimose ou mesmo a elevação dessa estrutura, que pode sofrer flacidez devido ao envelhecimento. Assim, a escrotoplastia é a cirurgia de elevação, rebaixamento ou redução do saco escrotal. No entanto, há procedimento que ajuda a impedir a retração do escroto conforme certos estímulos. Leia mais sobre: Disfunção sexual: quais os principais problemas dos homens? Pênis torto: saiba o que pode causar o problema Quando realizar a cirurgia no escroto? A escrotoplastia serve para fazer uma elevação do escroto, também conhecida como lifting escrotal, para casos de flacidez nesta região. Além disso, outra motivação para a cirurgia é a correção da sinéquia penoescrotal, quando o escroto tem uma implantação alta no pênis, fazendo que o órgão fique um tanto escondido e até pareça menor. Sinéquia penoescrotal? Essa condição, que também é conhecida como “pescoço de peru”, pode até ter sido consequência de uma cirurgia de fimose, na qual houve uma retirada excessiva de pele e fez subir o saco escrotal indevidamente, mas também há pacientes que já nasceram com essa alteração. A sinéquia pode ser piorada à medida que também aumenta a gordura na região púbica, que também contribui para “esconder” o pênis. Muitos pacientes se queixam que esse problema chega a atrapalhar funcionalmente a relação sexual, mas também pode dificultar a prática da vacuoterapia. Essa cirurgia vai proporcionar uma aparência de aumento peniano. Como é a cirurgia para a sinéquia penoescrotal? Para tratar a sinéquia penoescrotal, a escrotoplastia é uma cirurgia rápida, e a anestesia será apenas por meio de sedação. As técnicas cirúrgicas para essa correção da sinéquia podem envolver métodos de zetaplastia; envolver uma ressecção da aba que esconde o pênis; ou uma incisão transversa mais próxima à base do pênis para corrigir o posicionamento do escroto. Essas técnicas serão utilizadas a depender da anatomia de cada paciente. Quando o paciente faz essa cirurgia, vai ter a visão de um pênis um pouco maior, porque o escroto saiu da posição indevida. Os pontos são absorvíveis, portanto, não precisam ser retirados, e o paciente recebe alta no mesmo dia. Os cuidados pós-operatórios são, basicamente: por uma semana, evitar as atividades físicas e realizar compressas frias com gelo no local da cirurgia, para ajudar na recuperação. Outro cuidado importante é o uso de cuecas mais apertadas, que vão ajudar a evitar os hematomas. Além disso, é importante saber que um pouco de dor e inchaço podem ser normais nos primeiros dias. Para diminuir ao máximo os desconfortos, basta tomar analgésicos e seguir as orientações médicas. Lifting escrotal Um dos primeiros efeitos do envelhecimento na área genital masculina é a descida dos testículos. É uma consequência da perda de massa muscular que o corpo sofre à medida que os anos passam. No entanto, há jovens que também podem ter escrotos alongados. Essa condição pode atrapalhar também em algumas situações, por exemplo, pode provocar dor no saco escrotal ao cruzar a perna ou até ser desconfortável para praticar algum esporte. Esse procedimento também é simples, pode ser realizada uma incisão para fazer a retirada de uma parte da pele excessiva no escroto para permitir a elevação dessa estrutura. Inclusive, esse procedimento, como também gera mais conforto para o paciente, pode migrar do campo da cirurgia estética para uma questão funcional. O pós-operatório desse tipo de escrotoplastia também é semelhante ao da correção da sinéquia escrotal. Botox escrotal Há pacientes que também se queixam de ter um escroto menor do que gostaria, então há um procedimento que permite melhorar essa questão: o botox escrotal. Neste procedimento de preenchimento, o botox é aplicado em vários pontos do escroto para relaxar mais a fáscia muscular e evitar que a estrutura retraia. Não se trata exatamente de um aumento do volume do escroto, mas de impedir que aconteça a retração da estrutura nas situações já citadas mais acima no texto. Além disso, para estimular o aumento do volume testicular, o médico especialista pode prescrever algumas medicações, embora não se trate de um procedimento cirúrgico. Conclusão Essa cirurgia de escrotoplastia pode ser considerada uma cirurgia simples, no entanto, é sempre necessário escolher uma equipe que esteja acostumada com essas intervenções e já tenha bons resultados para apresentar. Se a equipe cirúrgica não tiver uma expertise no procedimento corre o risco de apertar demais na parte próxima à base do pênis, o que pode provocar a abertura de pontos no caso de uma ereção ou até criar um gargalo que vai fazer o órgão sexual ficar um tanto inchado. Portanto, sempre procure um especialista nas questões sexuais masculinas e também nas cirurgias íntimas. Leia também: Tipos de pênis: qual é formato do seu? Entenda se é normal

Escroto: sabia que existe cirurgia estética para essa parte do corpo?

A fuga venosa é um dos motivos que leva muitos homens aos consultórios médicos com queixas de disfunção erétil. Veja neste texto, mais sobre fuga venosa, causas e as formas de tratamento para evitar esses problemas relacionados à impotência sexual. O que é fuga venosa? O escape venoso ou fuga venosa é conhecido nos termos médicos como disfunção erétil por falha no mecanismo de venoclusão, disfunção erétil veno-oclusiva ou disfunção venogênica. É caracterizada pela dificuldade que certos homens têm em manter o sangue dentro do pênis para promover a ereção. Esse é um problema bastante polêmico que pode gerar muitas dúvidas até mesmo entre a classe médica, e imagine entre os próprios pacientes que são leigos no assunto? Para entender se esse é o seu caso, e saber quais são suas alternativas, a melhor iniciativa é buscar um médico especialista no assunto, como um andrologista, que vai buscar um diagnóstico exato, porque existem diferentes tipos de escapes venosos. Como saber se tenho fuga venosa? Quais os sintomas? Anteriormente, muitos médicos consideravam que esse diagnóstico da fuga venosa se tratava apenas de um problema meramente vascular, e ainda tem alguns profissionais que ainda avaliam esse problema de um escape venoso como apenas provocado por deficiência das válvulas venosas. Essas conclusões têm a ver com o fato de muitas doenças vasculares danificarem os vasos sanguíneos e alterar o seu funcionamento até mesmo no quesito sexual. No entanto, com o tempo, já foi comprovado que a fuga venosa peniana não se trata apenas dessas motivações vasculares. Quando o paciente chega ao médico com a fuga venosa, os sintomas (ou queixas) são perda de ereção, não conseguindo completar o ato sexual; a ereção não é 100% consistente, ou seja, o pênis não fica totalmente ereto e ainda perde a rigidez com o tempo; e falha mesmo tomando medicamento para ereção, Essa ereção é bastante fraca e pode ser perdida até devido a certas posições sexuais, como quando o homem está de barriga para cima. A queixa principal do paciente é mais sobre manter a ereção do que alcançar a rigidez peniana. Esse é um problema bastante complicado, porque, anatomicamente, pela própria estrutura do pênis, é muito difícil manter uma ereção que não é 100% eficiente. A estrutura peniana é constituída para uma ereção plena e forte, porque aí há uma pressão interna muito grande que vai fazer a túnica albugínea vedar todo o sistema para manter o sangue dentro do pênis. Nestes casos, é muito mais difícil perder a ereção. Mas quando a ereção é fraca, ou seja, fica em 80% ou 70%, não se mantém, até mesmo uma mudança de posição ou fazer a colocação do preservativo pode ser suficiente para o pênis ficar flácido novamente, porque o sistema de vedação não está bom. Mas será que essa é uma fuga venosa verdadeira ou não? Leia mais: Disfunção erétil em jovens Como é uma fuga venosa verdadeira? No escape venoso que não é verdadeiro, pode ser que o paciente não esteja tomando a dose suficiente (seja comprimidos ou injeção para ereção) para provocar uma ereção completa, e só esse ajuste do medicamento vai servir para promover uma ereção eficaz. Já a fuga venosa verdadeira e refratária tem a ver com os sintomas mencionados acima em relação à manutenção da ereção, e também não se trata apenas de problemas em uma única veia. Apesar dos vários medicamentos para estimular a ereção, o paciente não consegue ter essa rigidez. Para fazer uma imagem hipotética do que seria a fuga venosa peniana verdadeira, que poderia ajudar a visualizar o problema, é como encher um pneu furado ou uma bexiga que tem um furo. O fluxo de ar vai bem, mas existe uma região onde existe um escape, que não permite que esse pneu ou essa bexiga fique plenamente cheia. Mas a resolução desse problema não se trata apenas de fazer uma vedação no ponto específico, porque, geralmente, o problema está em boa parte do tecido peniano, ou seja, mais de 15% do tecido cavernoso está acometido, por estar prejudicado também por outros problemas, como fibroses, que são inelásticas. Esses tecidos podem provocar deficiência no relaxamento da estrutura cavernosa, no enchimento e impeça de ficar com a rigidez completa do pênis, porque as veias ficam abertas e não vedam. Fuga venosa: tratamento Anteriormente, eram realizadas muitas cirurgias de correção de escape das veias para tentar resolver esse problema, mas, com o tempo, alguns estudos demonstraram que não é assim que funciona, devido à descoberta de que se trata de um problema do tecido cavernoso e não de apenas uma única veia. Essa “solução” funcionava mais como um placebo cirúrgico. Ou seja, já se sabe que não existe uma cirurgia específica para o escape venoso. Para fuga venosa, como tratar corretamente vai depender de um diagnóstico correto, que é realizado com o exame de ultrassom doppler peniano com fármaco ereção, no qual será aplicado um medicamento diretamente no pênis para medir a pressão de fluxo sanguíneo de entrada, medir a pressão do fluxo de escape e de quanto medicamento para fuga venosa vai precisar para fechar esse escape. Como acabar com a fuga venosa? O tratamento para fuga venosa pode ser medicamentoso, quando o problema é leve, para causar um enchimento melhor do pênis, como os próprios inibidores das 5 fosfodiesterase. Além disso, pode ser prescrito também uma mudança de estilo de vida, uso de suplementos e reposição hormonal para potencializar os efeitos. Já quando essas abordagens não são suficientes podem ser propostas soluções como associação com terapias de ondas de choque, terapia de PRP (plasma rico em plaquetas). E mesmo quando ainda não é solucionado com isso, entra o remédio para fuga venosa injetável, que é mais forte e promove um relaxamento maior do tecido peniano para produzir a ereção eficiente. O implante de prótese peniana é uma solução cirúrgica definitiva e eficaz. Nestes casos, a fuga venosa tem cura definitiva. O implante peniano vai promover a rigidez por meio de dispositivos inseridos nos corpos cavernosos e não vão falhar. São dois tipos de próteses penianas: infláveis e semirrígidas. A taxa de complicação dos implantes penianos existe, porém é baixa. Então, se você tem esses sintomas de fuga venosa, não deixe de buscar um especialista de sua confiança para resolver de vez os seus problemas de ordem sexual. Será um grande ganho de autoconfiança e autoestima! Leia mais: Como funciona o Viagra

Fuga venosa: entenda por que causa disfunção erétil

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