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Existem vários motivos que podem impactar a libido masculina, mas será que o homem pode retomar o desejo quando está vivenciando certas condições físicas ou emocionais? Fique neste post para entender o que provoca a perda do desejo e como melhorar a libido masculina. Causas da falta de libido masculina Muitos homens chegam ao consultório relatando que não estão mais com tanto interesse sexual. Em muitos casos, a baixa libido masculina provoca muita angústia e eles querem entender o que podem fazer para resolver essa questão . A perda de libido nos homens pode ser ocasionada por diversos fatores que vão desde as questões hormonais, como a baixa da testosterona; aos fatores psiquiátricos (depressão), psicológicos (ansiedade de performance) ou neurológicos (AVC). Em muitos casos de doenças crônicas, há necessidade de uso de medicações que vão alterar o desejo sexual, como os antidepressivos, antiandrogênicos, anti-hipertensivos e até os diuréticos. Um outro fator importante que deflagra a baixa da libido é o abuso de drogas ou álcool. Além disso, ainda somam-se os medos modernos como de contrair Covid, estresses por estar passando por impactos financeiros negativos, estar em crise no relacionamento amoroso ou problemas familiares. Outro fator muito decisivo na questão da libido é o homem ter desenvolvido uma disfunção erétil, tanto por questões de saúde, ou devido a uma baixa estimulação sexual, que pode levar o órgão sexual à atrofia. Segundo um estudo divulgado pelo Journal of Clinical Sleep Medicine, homens que têm apneia obstrutiva do sono também podem apresentar baixos níveis de testosterona e libido. Inclusive, mesmo os homens que não tem apneia, mas estão em um regime de restrição de sono também podem sofrer de baixa libido. Como aumentar a libido masculina? A libido masculina pode variar naturalmente entre os homens. Alguns terão mais desejo sexual que outros. No entanto, é comum a perda da libido masculina ao longo da vida por situações pontuais, mas quando o problema se prolonga por muito tempo e causa transtornos, é preciso investigar. Os checkups médicos são muito importantes para isso porque, muitas vezes, a perda da libido pode ser sinal de que algo não vai bem no organismo. São diversas questões que precisam ser analisadas pelos especialistas. O tratamento médico para a falta de desejo no homem vai variar de acordo com cada situação, mas poderá incluir remédio para aumentar a libido masculina. Além dos médicos especialistas que vão avaliar se o paciente tem problemas como diabetes (que afeta seriamente a questão sexual), como os endocrinologistas; ou até mesmo problemas cardíacos (que provoca problemas de vascularização no corpo todo, inclusive, no pênis, deflagrando a perda de ereção), como os cardiologistas; o paciente também vai necessitar da ajuda de um médico especialista em saúde sexual, que é o andrologista. Esse médico pode avaliar se o homem está com problemas de baixa testosterona, que é o principal hormônio sexual masculino, devido a um problema conhecido popularmente como andropausa, na qual a libido masculina fica seriamente prejudicada. Resumindo: 1- Avaliar fatores ambientais: crises no trabalho, no lar, com filhos, etc; 2- Melhorar sono, atividades físicas e alimentação; 3- Checar níveis de testosterona e corrigi-los de forma individualizada, se necessário; 4- Checar necessidade de associar medicações para balancear neurotransmissores cerebrais que regulam a libido; 5- Checar medicações em uso e ajustá-las se necessário; 6- Terapia sexual (ou de casal); 7- Tratamento da disfunção erétil, quando houver. Queda da testosterona faz libido diminuir A testosterona começa a cair a partir dos 30 anos, porém, a partir dos 40 anos pode cair 1% a cada ano e ficar em níveis muito baixos, prejudicando a função sexual. Nestes casos, o médico fará diversos exames para comprovar se o paciente está com hipogonadismo (testosterona baixa) e será indicada uma reposição hormonal masculina, que vai trazer grandes chances de uma total recuperação da libido masculina. Se o homem quer aumentar a libido masculina rapidamente, ao fazer a reposição hormonal, vai sentir, em bem pouco tempo, uma retomada de seu vigor físico, mental e sexual. Além disso, se o homem toma medicações que provocam baixa em sua libido, ele também pode conversar com o andrologista para fazer uma combinação também com algum medicamento para aumentar a libido masculina. O andrologista também poderá indicar uma psicoterapia em paralelo com a abordagem medicamentosa, especialmente para os casos de falta de libido por problemas psicológicos ou situacionais. Além disso, outra orientação importante será moderação (ou eliminação total) no consumo de álcool e drogas. Disfunção erétil: como melhorar o desempenho? Quando os homens estão com disfunção erétil, o andrologista também vai checar se essa disfunção não tem sido causada por problemas hormonais, que levam à falta de desejo. Se mesmo com a reposição hormonal, o problema das ereções de pouca qualidade persistirem, serão necessárias outras abordagens. O andrologista poderá indicar a ingestão dos medicamentos conhecidos como inibidores das 5 fosfodiesterase (Sildenafil, Tadalafila, etc). No entanto, se não surtirem efeito, podem ser indicadas injeções penianas, reabilitação da peniana, tratamento por ondas de choque de baixa intensidade ou prótese peniana. Atividade física aumenta libido masculina A prática de atividades físicas promove uma série de benefícios ao organismo, como reduzir as doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e obesidade, que estão associados intimamente aos problemas de libido masculina. Manter o corpo em movimento será um importante estimulante do desejo sexual de homens e mulheres, porque, além de promover uma melhora na circulação sanguínea e na capacidade cardiovascular, a prática física vai estimular tanto a liberação de endorfinas como um aumento dos níveis de testosterona. Outro ponto é que os exercícios físicos também aumentam a circulação sanguínea na região genital, nas áreas de maior prazer, além de auxiliar em uma ereção de mais qualidade, já que a rigidez peniana está profundamente ligada como a profusão de sangue no órgão. Além disso, os exercícios físicos também ajudam que o homem tenha uma qualidade de sono melhor, que vai interferir diretamente na questão da libido, conforme estudo publicado no Journal of Clinical Sleep Medicine. No entanto, tudo é uma questão de bom senso e equilíbrio porque o excesso de exercícios também pode desencadear em problemas no desempenho sexual. Então, ao buscar um médico andrologista, a orientação da prática de exercícios físicos também fará parte da abordagem terapêutica para aumentar a libido masculina. Conclusão Uma constatação da queda da libido masculina pode provocar um grande impacto emocional no homem, e também para as suas relações. Por isso, buscar ajuda é fundamental. O médico andrologista irá avaliar todos os fatores de riscos, histórico médico e hábitos de vida, mas, certamente, terá a melhor indicação de tratamento caso a caso.

Libido masculina: como aumentar o desejo?

Estudos médicos e experiências de consultório vem demonstrando que a Covid pode ter relação direta com a impotência sexual em pacientes que foram infectados pelo vírus. Entenda por que isso ocorre e quais medidas podem ser tomadas para resolver o problema. Existe uma relação entre Covid e disfunção erétil? Segundo um estudo liderado pelo MD, professor de endocrinologia e sexologia médica, Emmanuelle A. Janini, para a Universidade de Roma, publicado pela revista Andrology em março deste ano, a Covid aumenta em 6 vezes o risco de desenvolvimento da disfunção erétil em homens jovens e com idades entre 40 e 50 anos. Alguns números preliminares também apontaram que homens que já têm disfunção erétil também têm maior suscetibilidade a contrair o vírus, em geral, porque esses homens já portam comorbidades como diabetes, obesidade, fumam ou estão em idade avançada. Um dos principais motivos para que a Covid deflagre a disfunção erétil é porque o coronavírus causa uma profunda resposta inflamatória no organismo, que afeta de coração e pulmões ao cérebro. Com isso, a disfunção sexual está amplamente conectada. Especialistas de andrologia do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, em Nova York (EUA), e da University Sheffield (Reino Unido) consideraram o estudo altamente preliminar, mas concordaram totalmente com a ligação potencial entre Covid e disfunção erétil. Outro ponto de ligação entre o vírus e a impotência, é que a Covid tem sido considerada uma doença endotelial (da parede interna dos vasos sanguíneos), assim como disfunção erétil também pode ser classificada. A pesquisa contou com a participação de 6.821 participantes acima de 18 anos, sendo que a população masculina investigada foi de 2.644 homens. Causas que levam à impotência após infecção com o coronavírus? Além das causas físicas, há também algumas motivações que levam um paciente que teve Covid a desenvolver a disfunção erétil ou até piorar um quadro já existente. 1 - Desenvolvimento de coágulos sanguíneos Para uma ereção plena, o homem vai precisar de uma boa vascularização do pênis, ou seja, a circulação sanguínea no órgão precisa ser eficiente. Porém, em quem teve Covid, os pequenos vasos do órgão sexual -- que estão entre os menores do corpo-- podem ficar obstruídos ou muito estreitados a partir de um desenvolvimento de microtrombos (coágulos), que vão prejudicar a livre circulação do sangue no pênis e prejudicar a potência sexual masculina. 2 ) Lesão do endotélio Além da obstrução do fluxo com os coágulos, a Covid promove uma lesão do endotélio, que é a parede interna dos vasos sanguíneos. Com a infecção, o endotélio pode ficar muito fininho e não responder bem ao momento do estímulo sexual, que aciona a atuação do óxido nítrico, que é um vasodilatador. Assim, vai acontecer uma deficiência do enchimento de sangue no pênis. 3) Diminuição da testosterona Todas as infecções agudas podem provocar uma baixa de testosterona transitória no organismo. No entanto, estão sendo desenvolvidos estudos para demonstrar que com a Covid, a testosterona baixa ocorre de forma mais pontual. Inclusive, há outros estudos médicos internacionais que estão avaliando essa questão mais profundamente. 4) Aumento da depressão Com a pandemia, houve consequências como o isolamento social e até a diminuição do padrão econômico das pessoas, que provocaram o aumento dos casos de depressão que, normalmente, já costumam levar a quadros de disfunção erétil. Nesta situação, há uma grande perda de libido, que também afeta a potência. 5) Diminuição da frequência sexual O isolamento social também tem levado os pacientes a uma menor frequência sexual, até por medo de contrair o vírus a partir do relacionamento com outras pessoas. Com essa diminuição, o pênis também tem uma baixa em sua função sexual, o que pode sim ter um impacto negativo na potência do homem e qualidade de sua ereção. 6) Diminuição da capacidade respiratória A Covid é uma síndrome respiratória aguda grave que dificulta a capacidade pulmonar. Pacientes que contraíram a doença podem ter sequelas respiratórias, com diminuição da saturação de oxigênio e a oxigenação de todos os tecidos do corpo, inclusive do pênis. Esses problemas respiratórios podem impactar de forma indireta na potência. 7) Sequelas em geral Além das sequelas respiratórias, os pacientes que contraíram Covid podem ter outros tipos de consequências para a saúde, por exemplo, depois de um AVC (acidente vascular cerebral), que provocou repercussão em áreas cerebrais que são específicas para o desejo sexual e acionam o mecanismo da ereção. 8) Comprometimento cardíaco Em muitos pacientes de Covid ocorrem os comprometimentos cardíacos, que levam a uma diminuição de ofertas no bombeamento do sangue pelo coração. O coração bombeia o sangue para levar oxigênio e nutrientes para todos os órgãos do corpo, inclusive para o pênis. Com o bombeamento deficiente, o sangue também poderá não encher plenamente o pênis para a ereção. 9) Inseguranças O paciente que fica um longo período sem se relacionar e por medo de contrair ou transmitir a doença também pode ter a sua potência prejudicada por questões emocionais. Com essa insegurança, o paciente poderá ter uma descarga adrenérgica maior e aumentar a sua chance de uma perda de ereção. Reposição hormonal: pode continuar após Covid? Tem sido observado que, apesar da taxa de infecção em homens e mulheres ter se mantido equilibrada, no público masculino, a Covid pode ser agravar mais facilmente. Com essa constatação, muitas pessoas se perguntam se esse quadro está relacionado à testosterona. Um estudo recente publicado no Journal of Sexual Medicine revelou que homens que estavam fazendo reposição de testosterona não tiveram uma evolução pior com a Covid do que aqueles que não faziam tratamento. O estudo foi realizado com pessoas com as mesmas condições de idade, comorbidades, etc. Portanto, se o paciente está fazendo a reposição, por gel, injetáveis ou implante hormonal (chip de testosterona ), deve continuar com o tratamento. A reposição hormonal fará bem ao homem em vários aspectos, a começar do físico, oferecendo a ele mais vigor. Já no comportamental, diminui o risco de cair em depressão e no campo sexual, traz melhorias para a libido. Já quando o homem está com o hormônio baixo, os efeitos são exatamente o contrário. Além disso, o hipogonadismo também prejudica a imunidade e causa fatores inflamatórios no organismo. No entanto, um conselho médico é que o paciente que contraiu Covid e utilize testosterona visando performance física, diminua um pouco as doses consumidas, especialmente, porque ao ser infectado, o padrão de treino tende a diminuir. Por isso, também é importante estar em contato com o andrologista que está prescrevendo a medicação e fazendo esse acompanhamento. Tratamento dos problemas de DE devido à Covid Em geral, os problemas de disfunção erétil sofridos em função da Covid são reversíveis. Por isso, é importante marcar uma consulta com o andrologista, que irá providenciar exames clínicos, laboratoriais e de imagem para entender as causas da impotência. Em cada caso de impotência, o tratamento será ministrado de acordo com o nível de disfunção erétil e causas. A melhoria pode se dar por meio de medicações de primeira linha para impotência (Viagra, Ciallis, Levitra, etc), reabilitação peniana em caso de desuso do órgão sexual por muito tempo e até tratamento por ondas de choque em caso de desenvolvimento de problemas de vascularização do pênis. Em outros quadros de disfunção erétil grave e irreversível, o médico também irá apresentar a opção da prótese peniana.

Covid causa impotência sexual? Altera a testosterona?

Sabe o que é fibrose peniana? Os homens podem pensar que é algo muito técnico, só compreensível para os profissionais de saúde, porém, é um problema mais comum do que se imagina. Vamos ver neste post o que é fibrose peniana, causas e tratamento. O que é fibrose peniana? A fibrose é a substituição de um tecido saudável de qualquer parte do corpo por um tecido cicatricial e disfuncional. Podem ocorrer fibroses no coração, no pulmão e em outras áreas. Quando acontece no órgão sexual masculino é conhecida por fibrose peniana. Muitos pacientes têm fibrose peniana e não sabem que é disso que se trata as características que começam a perceber no próprio pênis. Para que o homem entenda melhor do que esse problema se trata, é importante começar a responder algumas perguntas: O pênis encurtou? O pênis afinou um pouco mais em um determinado ponto ou de forma geral? Ficou com uma curvatura mais acentuada, para baixo, para cima ou para os lados? Sente uma certa dor no pênis? Percebeu que o órgão sexual está com um carocinho ou espessamento? Se disse sim a qualquer uma dessas perguntas, é importante ficar atento porque são indícios de que pode estar com uma fibrose peniana. Esta fibrose pode se apresentar de forma leve, moderada e grave. Em alguns casos, essas placas cicatriciais podem até calcificar. Na parte interna do órgão sexual, essa fibrose não permite a dilatação do pênis de forma funcional durante a ereção. Se a fibrose ocorrer na parede interna do pênis, na região conhecida como túnica albugínea, vai degradar a elastina do órgão sexual. O lado que está fibrótico vai fazer o pênis entortar em sua direção, fazendo surgir curvaturas para vários lados. Além das curvaturas, as fibroses penianas podem provocar o encurtamento e afinamento do pênis. Essa placa fibrosa peniana precisa ser identificada precocemente, porque quando o tratamento é realizado em estágios iniciais do problema, a fibrose peniana tem cura em boa parte dos casos. Quais são as causas da fibrose peniana? Normalmente, a fibrose peniana costuma aparecer em homens a partir de 40 anos, mas há casos de homens mais jovens com esse problema.Vai ocorrer por duas causas básicas: falta de oxigenação dos tecidos e traumatismos. Casos de fibrose peniana por falta de oxigenação podem ocorrer em pacientes diabéticos (que já têm falta de oxigenação nas extremidades, como nos pés e mãos), que tem priapismo (ereção forte e prolongada por muito tempo) ou realizou uma prostatectomia radical. As fibroses por traumatismos podem ocorrer das mais diversas maneiras e nas situações mais corriqueiras, por exemplo, quando o paciente está dormindo, tem uma ereção noturna e rola na cama; quando está com uma ereção forte e o pênis está preso na cueca; na penetração sexual e masturbação, quando o pênis pode sofrer pequenos traumatismos. Uma grande fratura de pênis ou até mesmo as microlesões podem deflagrar a Doença de Peyronie, que atinge homens acima de 40 anos. Para diagnosticar o problema, o urologista irá fazer o exame físico com palpação do local para verificar se há fibrose no pênis. Porém, deve pedir também um exame de imagem, que é o doppler peniano, com fármaco ereção, para poder investigar mais profundamente. Tratamento para fibrose peniana O tratamento para esse problema deverá ser realizado a partir do grau e estágio em que se encontra, com avaliação do médico urologista. Fibrose com grau leve Quando está em seu estágio inicial, com placa ainda no grau leve, é possível tratar fibrose peniana com remédio e mudanças de estilo de vida, para aumentar a oxigenação do pênis, ou seja, aumentar a circulação sanguínea do corpo todo e da área atingida. No quesito mudanças de hábitos de vida, o paciente deve evitar o tabagismo, ter alimentação mais balanceada e começar a praticar exercícios físicos. Com isso, as artérias do pênis vão exercer melhor a sua função. O remédio para fibrose peniana será da linha dos inibidores da 5 fosfodiesterase (Vardenafila, Tadalafila, Sildenafila, etc), que também vai servir para melhoria da função erétil. Porém, um cuidado importante é que precisam ser prescritos pelo urologista / andrologista, que vai indicar a dose correta individualmente. Além disso, é importante também tentar evitar novos traumas, ou seja, só ter relação sexual com pênis na capacidade máxima de sua ereção e com boa lubrificação, adotar formas de masturbação que não traumatizem o pênis e até tomar mais cuidado com a posição de dormir. Fibrose em grau moderado Quando a fibrose ocasionou uma curvatura maior do pênis, afilamento, deformidades podendo ou não levar a graus variados de escape venoso, que não permite um ereção eficiente, as medidas de tratamento devem ser mais rígidas. Além do aumento da oxigenação e evitar os traumas, o paciente também pode fazer tratamento de tração peniana. Essa fisioterapia para fibrose peniana pode ser realizada por meio de extensores, exercícios, terapia com ondas de choque de baixa intensidade e bomba peniana. Fibrose peniana grave A fibrose grave é caracterizada quando a curvatura já está sedimentada, com agressão grande ao tecido peniano, substituindo totalmente o tecido normal por um tecido inelástico, que provoca perda do tamanho, do calibre do órgão sexual, deformou o pênis e até ocasionou perdas na função erétil de forma severa. Para esse grau de fibrose peniana, o tratamento deve ser cirúrgico, para que seja realizada a reconstrução daquela área do órgão. A técnica que mais tem sido promissora para a correção das fibroses têm sido múltiplas incisões na placa fibrótica, para promover a expansão dos tecidos do pênis, conhecida como Técnica de Egydio (Técnica da expansão da túnica albugínea). Nestes casos, também será necessária a colocação de uma prótese peniana. Conclusão Os homens devem entender mais sobre a própria saúde sexual, começar a perceber alguns sinais do corpo e não ter receio de buscar ajuda de um especialista. Uma dica é que façam sempre uma apalpação do pênis, para identificar se tem alguma formação diferente no órgão. Mesmo em casa, é possível identificar as fibroses devido à sua consistência, que é um nódulo endurecido. Já as fibroses menores, provavelmente, o paciente só conseguirá saber depois de uma ida ao médico e a realização de exames de imagem. As consultas de rotina com urologista são essenciais para os homens porque, em geral, o que se percebe é que eles acabam conhecendo menos o próprio corpo do que as mulheres que já são acostumadas a ir ao ginecologista desde muito jovens. Quando o homem busca ajuda de forma precoce, a fibrose peniana tem tratamento e os resultados são bons.

Fibrose peniana: conheça causas e tratamento

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